Todas Suas Perguntas Respondidas Sobre A Experiência de Au Pair Australiana
por Jordan Na Jan 10, 2019Tempo de leitura: 7 min.
A AuPair.com gostaría de apresentar Jordan Fields de “The Places Jo Goes!” A Jordan é de Oklahoma, EUA e foi recentemente uma Au Pair em Espanha. Ela tem um blog onde ela fala sobre viajar e estilo de vida e dá dicas incríveis para as leitoras. Você também pode encontrá-la no Instagram, Facebook e X!
Nesse artigo, ela faz uma entrevista com a amiga dela, Samantha, que também foi uma Au Pair - mas na Austrália!
Era julho de 2015 quando a Samantha Mclaughlin deixou a sua casa no Texas com um bilhete só de ida para Melbourne, Austrália. Recém-formada na faculdade, com muita vontade de crescer e um desejo de abraçar o desconhecido das Terras Lá Embaixo, a Samantha acabou passando 15 meses em uma das cidades mais habitáveis do mundo.
Quando perguntámos à Samantha por que ela recomendaria a experiência de Au Pair para outras pessoas, ela disse: “É uma experiência que vai te trazer muito crescimento como pessoa e algo que você vai valorizar pelo resto da vida. É assustador, emocionante, comovente, cansativo, gratificante, de partir o coração e tudo mais, mas vale muito a pena. Dê o salto. Compre a passagem de avião. Vá em frente. Confie em mim.” - Samantha Mclaughlin
O tempo que a Samantha passou em Melbourne lhe deu a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos e experiências com outras pessoas. Acompanhe-nos enquanto mergulhamos na jornada transformadora da Samantha, enquanto ela se abre sobre seus conselhos, as principais lições aprendidas e suas memórias favoritas do tempo que passou no exterior!
Isso pode parecer um clichê, mas é verdade: sempre adorei crianças. Sinto-me atraída por suas mentes curiosas e receptivas e me inspiro nos seus espíritos despreocupados e sem preocupações. Eu sabia de duas coisas quando me formei na faculdade: 1. Quero viver uma experiência única na vida e fazer algo bem fora da minha zona de conforto que me ajude a crescer como pessoa; e 2. Idealmente, gostaria que o ponto 1 também envolvesse crianças.
Ser Au Pair pelo mundo. 1: Feito. 2: Feito.
Escolhi a Austrália por dois motivos. Primeiro, é um país de língua inglesa e, segundo, ninguém que eu conhecia tinha ido para lá. Depois que decidi para onde queria ir, encontrei uma família bem rápido.
Todos os pratos eram tão bem apresentados, e cada café era único, sempre experimentando novas combinações e inovações gastronômicas que estavam em lata. A arquitetura e o design de interiores eram absolutamente deslumbrantes. Eu me senti como se estivesse vivendo em um mundo do Instagram/Blog.
2. Aproveite ao máximo esses momentos com as crianças enquanto elas ainda são pequenas. O tempo vai passar mais rápido do que você imagina.
3. Não tenha medo de conversar com sua família anfitriã sobre alguma preocupação ou inquietação que você tenha. Eles provavelmente serão muito mais abertos do que você imagina.
4. Sua mãe e seu pai estão a apenas um telefonema de distância.
5. Tire fotos, mas viva o momento. Contemple a montanha, o oceano ou qualquer paisagem à sua frente por mais alguns minutos. Aproveite a vista.
6. Caminhadas fazem bem para a mente, o corpo e a alma.
2. Minha família anfitriã é judia, então eles não comemoram o Natal. Estávamos de férias em Surfer’s Paradise nessa época e, claro, foi muito difícil não estar com minha família durante as festas. Enquanto eu estava fora explorando a cidade, minha família anfitriã desenhou uma pequena árvore de Natal com enfeites em um pedaço de papel, colou na parede e colocou um presente embaixo dela. Entrei no apartamento e quase chorei por causa disso. Eles queriam que eu me sentisse em casa, e foi o gesto mais fofo que alguém já fez por mim.
3. Embora tenha sido a coisa mais difícil que já tive de fazer, sempre me lembrarei da noite em que parti de Melbourne e tive de me despedir da minha família anfitriã. Nunca senti uma dor tão grande e não esperava que fosse tão difícil assim. É uma das minhas lembranças favoritas porque, apesar de ter sido dolorosamente difícil, foi um momento tão lindo de viver com essas pessoas que eram completas estranhas para mim no início, mas que agora se tornaram uma parte tão importante da minha vida. Elas se tornaram minha família e serei eternamente grata pelo relacionamento e pelo vínculo que formei com elas.
Nesse artigo, ela faz uma entrevista com a amiga dela, Samantha, que também foi uma Au Pair - mas na Austrália!
Era julho de 2015 quando a Samantha Mclaughlin deixou a sua casa no Texas com um bilhete só de ida para Melbourne, Austrália. Recém-formada na faculdade, com muita vontade de crescer e um desejo de abraçar o desconhecido das Terras Lá Embaixo, a Samantha acabou passando 15 meses em uma das cidades mais habitáveis do mundo.
Quando perguntámos à Samantha por que ela recomendaria a experiência de Au Pair para outras pessoas, ela disse: “É uma experiência que vai te trazer muito crescimento como pessoa e algo que você vai valorizar pelo resto da vida. É assustador, emocionante, comovente, cansativo, gratificante, de partir o coração e tudo mais, mas vale muito a pena. Dê o salto. Compre a passagem de avião. Vá em frente. Confie em mim.” - Samantha Mclaughlin
O tempo que a Samantha passou em Melbourne lhe deu a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos e experiências com outras pessoas. Acompanhe-nos enquanto mergulhamos na jornada transformadora da Samantha, enquanto ela se abre sobre seus conselhos, as principais lições aprendidas e suas memórias favoritas do tempo que passou no exterior!
1. Me conte um pouquinho sobre você e onde você foi uma Au Pair?
Eu tenho 25 anos e vivi a minha vida inteira no Texas (fora quando fiz faculdade em Oklahoma por 4 anos). Eu tenho dois pais maravilhosos que sempre me apoiam e um irmão mais velho e outro mais novo (um reconhecimento para todos os irmãos do meio por aí!) que me adoram muito. Deixá-los para me tornar uma Au Pair em Melbourne, Austrália por tempo indeterminado foi muito difícil para mim, mas eu tive a sorte de ter amor e apoio constante com a minha decisão de ir e ter uma experiência transformadora.
2. Por quê você decidiu se tornar uma Au Pair? O que a inspirou?
Eu ouvi pela primeira vez sobre o que é uma Au Pair através de uma corrente de pessoas. A secretária da minha mãe tem uma filha mais ou menos da minha idade e a amiga dela foi Au Pair na Espanha. A informação foi passando, até que chegou à minha mãe, e depois a mim. Eu fiquei imediatamente interessada na ideia e comecei a pesquisar online.Isso pode parecer um clichê, mas é verdade: sempre adorei crianças. Sinto-me atraída por suas mentes curiosas e receptivas e me inspiro nos seus espíritos despreocupados e sem preocupações. Eu sabia de duas coisas quando me formei na faculdade: 1. Quero viver uma experiência única na vida e fazer algo bem fora da minha zona de conforto que me ajude a crescer como pessoa; e 2. Idealmente, gostaria que o ponto 1 também envolvesse crianças.
Ser Au Pair pelo mundo. 1: Feito. 2: Feito.
3. Por quê você escolheu a Austrália? Você escolheu o lugar ou a família primeiro?
No início, eu queria ir para a Espanha. No entanto, para mim, a ideia da barreira linguística acabou sendo um obstáculo muito grande. A comunicação era um aspecto muito importante na minha decisão de me tornar uma Au Pair, e eu sabia que, se não conseguisse me comunicar claramente com a família com quem iria morar, não seria feliz.Escolhi a Austrália por dois motivos. Primeiro, é um país de língua inglesa e, segundo, ninguém que eu conhecia tinha ido para lá. Depois que decidi para onde queria ir, encontrei uma família bem rápido.

4. Como você decidiu a família com quem você fez sua experiência Au Pair?
Eu na verdade fiquei com duas famílias durante a minha estadia em Melbourne. Eu escolhi ambas as famílias com base no que elas estavam procurando numa Au Pair, mas principalmente na conexão que tínhamos entre nós. Eu senti que isso era um aspeto muito importante com a minha escolha de Família Anfitriã para quem eu iria não só trabalhar, mas viver junto também.5. Você precisou de visto? Se sim, como foi esse processo?
Sim, eu precisei de um Visa Work & Holiday. Na verdade foi bem fácil de conseguir. A família com quem eu ia ficar teve múltiplas Au Pairs antes de me e me ajudaram durante o processo com quaisquer perguntas que eu tinha.6. O que você mais gostou de ser uma Au Pair na Austrália?
Nossa, eu poderia ficar falando sobre isso para sempre. Adorei demias. Tudo sobre isso. Adorei fazer parte de outra família, contribuir para a educação das crianças, aprender sobre a cultura e o modo de vida delas.
7. Por quanto tempo você foi e você recomenda um período de tempo específico para aspirantes a Au Pair irem?
Eu estive lá por 15 meses (julho 2015-outubro 2016). Eu acho que o período que você escolhe ficar depende da pessoa. Eu fui para a Austrália com um bilhete só de ida, sem saber por quanto tempo eu iria estar lá. Eu tinha 12 meses na minha cabeça, mas eu estava apenas improvisando. Devo dizer que o tempo que passei lá poderia ter sido bem mais curto se o Facetime não existisse. Foi o que me salvou naqueles inevitáveis dias de saudade de casa. Se a minha família e amigos vivessem em Melbourne, eu nunca teria ido embora. No fim das contas, eles são a única razão por que eu voltei para casa.8. De quantas crianças você estava cuidando? Quais eram as idades delas?
Para a primeira família, eu cuidei de duas crianças (por volta dos 4 e 2 anos) com um bebé a caminho, e para a segunda família eu estava tomando conta de duas meninas (2.5 anos e 5 meses quando eu comecei).9. Como era a sua programação? Quais eram suas responsabilidades?
Ela variava de vez em quando, mas a maioria das vezes era de segunda a sexta-feira das 07h30-17/18h. As minhas principais responsabilidades eram cuidar das crianças e das suas necessidades. A menina mais velha ía para a escola todos os dias, então eu só era responsável pelo bebé na maior parte dos dias. Eu levava para passear no parque todos os dias e um dia por semana na aula de música. Eles esperavam que eu seguisse um horário para dormir assim como um método rigoroso de treinamento de sono, arrumar os brinquedos, ajudar com os banhos, e fazer algumas tarefas domésticas quando eu podia (arrumar a loiça da máquina, limpar as bancadas, varrer/aspirar, etc.) Eu gosto de um ambiente limpo, por isso eu sempre tentava garantir que a casa estava pronta, para quando os pais voltavam para casa do trabalho. Para que assim eles só precisassem se preocupar em passar tempo com as crianças antes de ir para a cama.10. Em poucas palavras, você pode explicar a cultura australiana? Ou a cidade em que você estava?
Melbourne é uma cidade muito moderna e dinâmica, pela qual me apaixonei imediatamente. Parecia que todo o mundo estava na rua, se exercitando e indo a pé para os lugares. Isso é algo praticamente inédito no Texas. Nós não temos muitos transportes públicos de onde eu sou, então eu tinha muito pouca experiência com isso antes de morar em Melbourne. Com o tempo, peguei o jeito e acabei descobrindo que era muito útil para me locomover, especialmente porque eu não tinha carro enquanto estava lá.Todos os pratos eram tão bem apresentados, e cada café era único, sempre experimentando novas combinações e inovações gastronômicas que estavam em lata. A arquitetura e o design de interiores eram absolutamente deslumbrantes. Eu me senti como se estivesse vivendo em um mundo do Instagram/Blog.

11. Você teve a oportunidade de viajar para outros lugares enquanto você esteve lá? Se sim, para onde?
Sim! Eu viajei para a Costa do OUro e para a Tailândia com a minha família anfitriã, para Sydney com a minha mãe, e para o Japão com o meu pai.12. Quais são algumas das coisas que você gostaria de ter sabido antes de se tornar uma Au Pair? Ou algumas coisas para as quais você se teria preparado melhor?
Eu gostaria de ter sabido um pouco mais sobre a realidade de morar com uma família e, ao mesmo tempo, trabalhar para ela. Isso exigiu um certo tempo de adaptação para e também foi uma experiência muito marcante para mim. Nem tudo são flores e, claro, eu já esperava que algumas coisas acontecessem, mas, no meu caso, tive de me adaptar ao estilo de vida de morar com o meu chefe.13. Você economizou bastante antes de ir para lá?Conseguiu economizar lá lá?Como são as despesas?
Eu economizei um pouco, mas não muito. A parte mais cara foi a viagem até lá. Tive a sorte de contar com a ajuda dos meus pais no início para cobrir as despesas; no entanto, depois de alguns meses no exterior, já tinha economizado uma boa quantia do dinheiro que ganhei e pude usar isso para cobrir os meus gastos. A Austrália é bem cara, mas eu recebia um salário semanal e também uma remuneração por hora extra, o que sempre ajudava, então não tive muitos problemas financeiros. Também ajuda quando você tem hospedagem e alimentação pagas.
14. Foi fácil fazer amigos no exterior? Como você fez amigos?
Isso era definitivamente algo que me preocupava antes de sair dos EUA, mas fazer amigos e conhecer outras pessoas, especialmente Au Pairs, foi surpreendentemente fácil! Eu me tornei membro de um grupo no Facebook para Au Pairs e famílias da minha região e havia sempre Au Pairs postando lá, perguntando se alguém queria se encontrar para um café, almoço ou passeio. Também conheci pessoas através da minha família anfitriã e dos amigos deles, que também tinham Au Pairs.15. Quais são algumas das principais lições que você aprendeu?
1. Obviamente, confie sempre na sua intuição, mas não há problema em conversar com estranhos e pedir ajuda ou conselhos se precisar.2. Aproveite ao máximo esses momentos com as crianças enquanto elas ainda são pequenas. O tempo vai passar mais rápido do que você imagina.
3. Não tenha medo de conversar com sua família anfitriã sobre alguma preocupação ou inquietação que você tenha. Eles provavelmente serão muito mais abertos do que você imagina.
4. Sua mãe e seu pai estão a apenas um telefonema de distância.
5. Tire fotos, mas viva o momento. Contemple a montanha, o oceano ou qualquer paisagem à sua frente por mais alguns minutos. Aproveite a vista.
6. Caminhadas fazem bem para a mente, o corpo e a alma.

16. Memórias favoritas?
1. Ver uma das meninas de quem eu cuidava principalmente sentar-se sozinha, engatinhar, ficar em pé, falar e andar pela primeira vez. É uma lembrança que vou guardar para o resto da vida.2. Minha família anfitriã é judia, então eles não comemoram o Natal. Estávamos de férias em Surfer’s Paradise nessa época e, claro, foi muito difícil não estar com minha família durante as festas. Enquanto eu estava fora explorando a cidade, minha família anfitriã desenhou uma pequena árvore de Natal com enfeites em um pedaço de papel, colou na parede e colocou um presente embaixo dela. Entrei no apartamento e quase chorei por causa disso. Eles queriam que eu me sentisse em casa, e foi o gesto mais fofo que alguém já fez por mim.
3. Embora tenha sido a coisa mais difícil que já tive de fazer, sempre me lembrarei da noite em que parti de Melbourne e tive de me despedir da minha família anfitriã. Nunca senti uma dor tão grande e não esperava que fosse tão difícil assim. É uma das minhas lembranças favoritas porque, apesar de ter sido dolorosamente difícil, foi um momento tão lindo de viver com essas pessoas que eram completas estranhas para mim no início, mas que agora se tornaram uma parte tão importante da minha vida. Elas se tornaram minha família e serei eternamente grata pelo relacionamento e pelo vínculo que formei com elas.

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